sexta-feira, 1 de setembro de 2017

[foto @stevemccurryofficial]

A casa inteira deu conta, minha filha chegou, e de repente a casa deixou de ter cantos. O silêncio subiu paredes ou rastejou pelas frestas, sumiu. Suponho só o voltar a avistar lá para a noite, se o o meu sono resistir ao dela e a tanto... já tinha saudades... (mesmo que goste e precise do meu tempo sozinha, dos meus cantos e do silêncio)

5 comentários:

  1. És a completa antítese da Alaska. Enquanto a poesia flui naturalmente daquele coração tão belo, tu esforças-te descaradamente para passar uma imagem que claramente não flui de ti. És magnífica em alguns trechos deste blogue, mas nestes falhas miseravelmente :(

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  2. Talvez Vi, a Saudade não seja falta...talvez Vi, a Saudade seja presença imortalizada dentro da gente;)

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    1. :) acho que tens razão, Legionario, mas também há a saudade que é falta, falta de ouvir a gargalhada, de sentir o abraço, de poder dar um beijo. Se calhar o que separa uma da outra seja só a medida do tempo que, em cada um, faz a falta sentir-se. Gostei tanto do meu abraço da pequenitates hoje... :))))

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  3. Há presenças (ou até recordações) que de repente e por si só nos preenchem e nos emocionam.
    É deveras lindo, Vi, o que flui da tua alma sensível e que expressas tão bem nos textos do bolg. Estou muito grata pelo privilégio de poder ler-te:)

    Nanda
    (Já vi o teu email. Obrigada! Beijo.)

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    1. :)) és uma querida, Nanda. Talvez tenhamos sensibilidades parecidas, talvez por isso sintas o que sinto nas palavras que aqui deixo.
      (Desculpa a demora mas sabes que não costumo muito ir ao mail...)
      Beijo

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