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sábado, 5 de novembro de 2022



[Casa do Rio Vez, já que há quem goste de seguir as sugestões daqui, assim está facilitado, escusam de andar a procurar e procurar, e eu agradeço]

Trabalhei três dias desta semana, e acordo hoje com uma dor de cabeça monstra, daquelas dores de descompressão de sábado. Esta empresa está-me a tirar anos e a roubar-me vontades todos os dias. Estou cansada de remar, mesmo sem esperar nada, só talvez algum reconhecimento do esforço, da dedicação, da intensidade que ponho em tudo e me sai das entranhas. Estou danadinha para que me despeçam, ainda que não faça nada para isso, por orgulho talvez, ou pura estupidez, continuo a dar tudo o que tenho. Mas parece que tenho pouco ou nada para esta gente com quem trabalho. Ouvem pouco ou nada do que digo, preferem ouvir-se a si mesmos, mesmo que não percebam a actividade (onde caíram quase de pára-quedas), e evitar confrontos com outros, dá trabalho e chatice e no fim do mês ganham o mesmo... para quê, né? E não viesse assim uma crise daquelas, com caprichos para me assustar, e obrigar a pensar racionalmente e com lucidez,  e talvez fosse eu, pelo meu pé, a manda-los à m****@, ou então é só medo de ficar com demasiado tempo entre mãos e demais para pensar... E é isto, uma semana  volvida sobre o dia de chegada a este sítio maravilhoso, já estou assim... com a cabeça a estalar e sem vontade de nada, só talvez fugir. Outra vez. Para qualquer lado. Para isso sirvo, para descobrir sítios giros e calar-me ao silencio de vida que estes dias trazem. Lembrei-me disso, dessa expressão em oposição ao silêncio de morte, fechado e completo, acabado. O silêncio de vida deixa-nos ouvirmo-nos, olhar para fora e sentir tudo por dentro. O som da agua que corre, umas vezes com a força da pressa de querer chegar ou até de fugir de algo que assusta, e essa força me assustar, com a bicha sempre na trela com medo de ter de me atirar atras dela se ela caísse naquele tumulto. Outras vezes o som da água a seguir o seu rumo como uma festa pelo dorso da terra, sem pressa mas com a intensidade do tempo que se respira. à volta os pássaros na sua vida cheia de sons e livres das raízes que prendem ao chão. O som do crepitar da lareira a encher a escuridão que a noite instala, e que não contrariamos com luzes que se ligam em botões, ficamos a saborear lentamente essa escuridão dançada nas sombras do fogo. E depois a chuva, esse som a vários compassos, da miudinha, como que com medo de chegar ao chão, até à força de o querer pisar, bater nas janelas com protestos fortes antes de escorrerem devagar até ao chão. 
Há algum tempo que não fazia destes meus tempos longe, para mim, sozinha. Neste fim de semana, entre as horas que entretive na cabeça, lembrei-me ou resumi-me, que por duas vezes já pensei que poderia não voltar a faze-los, não sozinha, mas em companhias que que me deixassem tão bem como sozinha. Sem medos de partilha, defesas ou outras vontades de fugir. Pensei que a vida fosse acontecer de forma diferente, por duas vezes. Por duas vezes percebi que não, e voltei aos meus dias sozinha, longe, na distância que me traz no colo e me devolve tempo e alma. Curiosamente desta vez só parte dos dias estive sozinha, outra parte estive com família. Cozinhei para eles, quase em troca de estadia e consegui enganá-los, repetiram sempre e quase não restava nada :) (também podia ser da fome...). Com tempo e vontade, se calhar, até isso conseguiria fazer de jeito, quem sabe... e sim, volto com a vontade redobrada - ou mesmo quadruplicada depois de três dias de trabalho - de arranjar um espaço para mim na distância suficiente que me afaste, mas não tanta que me impeça de fugir as vezes que me apetecer. Até fui ver um moinho à beira do rio para recuperar, mas é demasiado longe. Duas horas e meia de viagem para fugir e aproveitar é demais. E não é Alentejo... e eu tenho essa costela, parece-me.

 

quarta-feira, 27 de abril de 2022

 
Chegar foi uma aventura, chovia a potes e já de noite... ela dormia, e a cadela olhava para mim como que a perguntar para onde raio estávamos a ir que nunca mais chegávamos... finalmente, e depois dum caminho que me pareceu demasiado comprido e dificil, já céptica das indicações e do gps, chegámos. Íamos experimentar o chamado glamour duma tenda no meio da natureza... a parte da natureza confere, a do glamour... bom, depende do conceito de cada um. Uma coisa era indiscutivel, ali, no meio de coisa nenhuma, o silêncio e a escuridão eram os donos daqueles primeiros momentos. Dormimos. Nunca tinha dormido num sítio onde a escuridão tinha mesma exacta medida de olhos abertos ou fechados, era incrível, eu abria e fechava os olhos e o negro era o mesmo, sem réstia de luz, claridade ou sombras. Onde não há luz não há sombras, só nós. No dia seguinte o frio e a "casinha" ao lado da tenda era de tal forma arejada que não arriscámos uma pneumonia em troca dum banho, adiámos para quando o sol estivesse mais alto e quentinho. O pequeno almoço animou-nos e a simpatia de quem nos recebeu também. A quatro patas sempre animada com tanto para cheirar e explorar foi quem desde logo se notou que iria curtir mais o fim de semana e a aventura, ainda que apesar de todos os esforços não tenha conseguido afinfar nenhuma lagartixa, por muito que se tenha esforçado no seu estilo de caçadora não praticante. À noite o céu era de cortar a respiração, duma imensidão e nitidez como não me lembro de ver -  vantagem de não se avistar civilização, ou luzes que o denunciassem. Dava vontade de inspirar aquilo tudo, de respirar fundo, de mergulhar naquele silêncio, fazer arte dele e do céu que nos faz tão, mas tão insignificantes. O brilho das estrelas naquele fundo tão negro deixou-me de nariz no ar ao frio bastante tempo.  O suficiente para lembrar outros céus onde perdi a conta às vezes que fechei os olhos para formular desejos, até deixar de ter desejos e continuar a ver estrelas a rasgarem o céu até desaparecerem nalgum sitio onde deixaram os meus desejos, perdidos à sua sorte, ou à minha (e bom... já se sabe, né?). E lembrei-me disto e sorri, pensei que se alguma me caísse ali, naquele momento, no regaço do olhar não teria desejo para lhe entregar... e depois passado instantes voltei a sorrir quando uma estrela rasga o céu para se perder algures escondida do meu olhar, e eu sem desejo que iluminasse a ironia... mas acabei por desejar alguma coisa, agora de olhos abertos. Agora sempre de olhos abertos - postos no céu, é certo, mas abertos. Escrevi qualquer coisa nessa noite, mas perdi tudo, rede era coisa rara e talvez isso seja bom algumas vezes. Mas as palavras raras, e saídas debaixo daquela malha negra e brilhante de estrelas, perderam-se... talvez tenham encontrado outros caminhos, ou não chegaram a ser caminho.

Os dias seguintes foram de passeio e de lamber com os olhos as paisagens que me encantam a cada vez que me perco pelos encontros com o Alentejo. Passeios de carro, alguns a pé, revisitar algumas praias, voltar ao Sacas, aos croissants deliciosos em Milfontes, música sempre pelo caminho e vários dedos de conversa. 

 Depois o regresso, cada vez mais com olhos postos numa volta que se quer breve e prolongada (e em placas "vende-se"). Mas não, acho que não me voltam a apanhar no glamour duma tenda... agora o resto das férias, já em casa, têm sido dedicadas à bricolage e a um sem numero de coisas para fazer que até me apetecem fazer, ou então é esquecer o regresso ao trabalho que me apetece... isso e não me lembrar que tenho de aturar gente doida...

quarta-feira, 6 de outubro de 2021


 O Verão já foi, está aberta a época de chuva, e com ela dos casacos de pele. Um bom cabedal é sempre uma coisa boa e jeitosa para ter à mão. Cai bem nesta altura, né? E até noutras, até noutras.

quinta-feira, 26 de agosto de 2021


 Um dia vou surfar uma coisinha destas…

… montar uma prancha dsetas.

Experimentar desequilíbrios bons, que acabam em mergulhos melhores… profundos ou superficiais, o mar é o mesmo, e é sempre refrescante.
Ainda tenho idade, hummmm acho eu, para adoptar novos hobbies, ideias e actividades no geral, desde que goste delas e me apeteça…

… mas bem sei, hoje não é o dia.

Bahhhhh 

sexta-feira, 30 de julho de 2021


 …. Humm… há aí um cavalo para mim?…

… ou é só chapéus?

É que chapéus há muitos… bom, e cavalos também…

[sim, eu sei, isto hoje está difícil para o tico e teco, querem dormir porque eu não os deixei… agora olha aturem-nos!!, ou não, pronto…]

terça-feira, 20 de julho de 2021

 
… ora, agarremo-nos à prancha e surfemos a onda do dia. 
Aqui o dia está fusco-fusco, feio e tapado. O contrário deste mocinho simpático à vista, portanto…  

Dia  bom para trabalhar sem vontade de fugir… para a praia, pelo menos… mas ainda assim sem grande vontade de trabalhar, digamos. Surfava a onda do dia de outra maneira… mas naaaa pode ser, paciência. Ao menos hoje trabalho em casa, com os bichos à minha volta, deitados a surfar lá os sonhos deles (agora mesmo, à volta da minha cadeira tenho os três preguiçosos, deitados e a ronronar sono em sons lá deles…)

sexta-feira, 16 de julho de 2021


 A minha cara hoje está como que com um letreiro que diz “sono extremo, não chateiem” e então temos que tentar motivar-nos e manter-nos acordados. Vai daí fazemos uma pausa e vamos remexer nas fotos que nos vão aparecendo, e que vamos guardando para mais tarde utilizar - como agora. Uma pessoa bate os olhos numa coisa destas e motiva-se um tico, pena (ou não…) que não seja para trabalhar… e o moço também tem qualquer coisa de sonolento, de meia ronha, e de pronto… anda, vamos voltar para vale de lençóis… que o resto pouco vale (mas infelizmente tem de ser, e agora acaba a pausa e volta o trabalho. Mas hoje estou sozinha e perto de casa, já é alguma coisa… só falta mesmo acordar o espírito…)

quarta-feira, 2 de junho de 2021

sábado, 27 de março de 2021


 Tem resultado, não sei bem o quê, mas tem resultado... até agora em Março só me baldei um dia - um único dia! Estou espantada comigo, essa é que é essa! Não sei se as fotos destes meninos a olharem para mim têm ajudado a manter o espírito e a vontade... mas, enfim, mal não fez de certeza. Aos olhos pelo menos faz bem :) agora é tentar manter o ritmo e ficar mais desempenada e menos crocante ao levantar :D  hoje é dia de yoguiiii mais prolongado... estou a ver se o sofá me expulsa para ir dar conta desse recado... entretanto vejo este mocinho - que, digamos, não apanharia chuva no meu quintal, nem preguiça no meu sofá... - tão cheio de saúde, e regalo os olhos a adiar a minha... Ahh a ronha de fim‑de‑semana, coisa tão boa!

terça-feira, 9 de março de 2021

 [foto @marianovivanco]

Deparei-me com isto. Frase que a minha mente disparou antes que tivesse tempo de dizer ai Jesus: então mas a tua mãezinha não te ensinou que não se limpa aos cortinados??”... e  pronto tive de me rir da minha própria parvoeira... uma pessoa tem de ensinar tudo a estas crianças?? Ou estará ele a coçar as costas, ou assim?... se for isso sempre é melhor dar uma ajudinha que lavar cortinados... a minha filha relativamente à apresentação física do moço diria... txiii olha aquela tablete de chocolate mãe!!! (Sim, a miúda tem umas saídas que tenho de me controlar e dizer para ter mazé juizinho... uma vez acerca dum mocinho, em conversa ao telefone durante as férias de verão, até tive de escrever para me continuar a rir depois... doida como a mãe, é o que é...)

segunda-feira, 1 de março de 2021

 


Bem precisava aqui dum alento, duma motivação acrescida, de qualquer coisa que me faça combater a preguiça, e a vontade de sofá... ainda na semana passada, numa reunião, estive quase duas horas a ouvir as teorias positivas e de coaching,  e nós a vermos que nos estão a lixar mas com um sorriso muito positivo no semblante... e eu sim senhor, pois claro, é tudo muito positivo e podemos, e vamos, melhorar muita coisa, mas vamos ser lúcidos e ver também o que está à nossa frente? Porque eu tento fazer isso, de outra maneira, com tanta coisa positiva e tangas e tal ... há a melhorar o quê? Hum? Pois... bom, mas estava eu aqui a pensar que em vez de coaching eu dedicava-me era ao couching com este especialista aqui... hum hum isso é que seriam sessões de couching com resultados muito melhores que horas de coaching.... ai tantas tretas e eu a assobiar para o lado... e a notar-se. Ahhh com um couching com um coucher destes eu seria muito aplicada e nada de assobiar para o lado, aliás nada ao lado, nada. Aiiii mas o que eu estava mesmo a pensar, é que olhar para estas coisas lembra-me as bolachas da semana passada, e aqueles canudinhos de chocolate que são vício e a preguiça de me dedicar aos meus vinte minutos de exercício... baldei-me tanto - aliás, completamente - raios... tenho mesmo de fazer posters de gente assim, com tudo no sítio e que dão vontade de despentear o sítio às coisas, sei lá... olha, vou ali dedicar-me vinte minutos às próximas bolachas e pensar no pessoal que me quer impingir teorias de coaching a que eu só ligarei se me arranjarem um coacher como este coucher aqui esparramado num belo couch :)) aiii que vontade... não me lembrem do sofá...  

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

 

Acho que vou fazer um poster... assim para, sei lá, me dar alento, inspiração até. Fico aqui a olhar para isto e penso... sim senhor, era mesmo isto... mas não... olho e não, era bom pois, mas nunca vai acontecer... nunca vou ter uns abdominais destes... vá, pronto, também não era preciso tanto, eu não sou moça de exageros... mas há coisas em que é muito melhor ter mais olhos que barriga, né?

... e pronto agora vou ao meu ioga, acalmar a respiração e trabalhar para um corpinho zen. Ou sonhar, pronto, que às vezes é preciso uma ginástica do caraças para isso oh oh...

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021

 ... porque temos de ter qualquer coisa que anime, e dizem que uma imagem vale mais que 1000 palavras (mas eu acho que é mentira, é o gesto que vale isso tudo e mais)

... porque há coisas em que vale a pena arregalar as vistas, e fechar os olhos.

... porque adoro mãos, mas gosto de pescoços assim, e dum peito para descansar dos dias e percorrer com a ponta dos dedos todas as noites.

... porque o moço tem partes fotogénicas, e nota-se. 

... e porque ficaram-me os olhos aqui e a alma bateu asas, perdida em imagens e em sítios que vejo daqui.

quarta-feira, 5 de agosto de 2020

Ora um mocinho destes é que combinava com a brasa que estava...
... mas não, só mesmo na imaginação, e na fotografia, pronto....
... se calhar este é só para jipes... quando comprar um pode ser que me apareça um destes :)))
Mas ainda há esperança na humanidade, enquanto esperava dois mocinhos pararam para perguntar se precisava de ajuda... nenhum como o da foto... infelizmente, podia ser que nesse caso pensasse nalguma coisa para poderem ajudar... um percalço destes é que era ;))
Eheheh 

segunda-feira, 11 de maio de 2020



Outlander - comecei a ver porque ouvi vários comentários que valia a pena. Não fora isso e a temática não me puxaria, viagens no tempo e séries de época não são a minha predileção. Claro que quando entra em cena este moço o interesse sobe seja qual for o contexto, e não costumo ser muito susceptível a estes moços bonitinhos, com um fisico que não fere os olhos ( e o dele vai muito para além disso... jazuzzz há ali qualquer coisa no conjunto que impressiona) e uma carinha de meio meninos ainda ( e este, da pesquisa que fiz, ao natural parece muito imberbe.. mas vá, acho que talvez  lhe perdoasse isso...). O certo é que realmente desde que comecei a ver, a partir do quinto ou  sexto episódio, tornou-se um tira-sono... era só mais um episódio... e de manhã o despertador não queria cá saber de coisas... mas deixou-me algumas vezes a pensar. O que me cativou (além do moço, pois) foram pequenos pormenores da relação deles. Não vale a pena tentar explicar, nem eu o farei, mas fez-me pensar... coisas simples, pequenos (grandes) pormenores que se reconhecem, que me fizeram pensar que, se por um lado há certas coisas que se vêem, ou lêem, e dizemos ah e tal, estas coisas só em livros ou filmes; por outro, quando as vivemos dizemos que são únicas, parece que nunca ninguém as viveu, ou sentiu, assim. No entanto, depois, quando somos confrontados com certas cenas sorrimos, porque se foram escritas alguém as sentiu assim, ou muito parecido... e afinal aquilo que chamamos único, parecerá único para toda a gente... ou seja, não só não é único, como  não é só de livros, ou filmes. A vantagem é que quando é escrito tem o fim que quem escreve quer, e talvez seja essa a razão de algumas pessoas escreverem, para lhes dar o fim que querem ou para expurgar o seu. 
Nesta série há muitos pormenores de cenas entre eles que me fizeram pensar isto, e sorrir algumas (muitas) vezes mesmo sem querer, outras consciente, pois se nada disto é único, haverá mais e até melhor. O sentido de humor partilhado, o brincarem em momentos estranhos a outros, a "taradice" entendida em conjunto como saudável, boa e nunca como ordinarice, os olhares que falam, as brincadeiras privadas, o vocabulário íntimo, as coisas que se dizem. Tanta coisa comum se calhar a tanta gente - sim, haverá mais quem veja as relações assim,  e a mim (re)lembra-me que existe, que é possível, e que se poderá viver, sem viagens no tempo e sempre a fugir de algo ou alguém.
Há coisas que podem ser, nem todas, mas algumas poderão ser, e podem ser muito boas, ainda que não o sejam sempre e a todo o tempo - mas não são só de livros, afinal, cada vez mais nos apercebemos que a realidade em tudo ultrapassa a ficção a seu tempo... a alguns essa realidade chega tarde demais, para outros nunca chegará. Uma coisa parece certa para quem a conhece, não a consegue desconhecer, mesmo que queira.... e depois há memorandos assim, na tela. E isso é bom. Há coisas que não mudam, e coisas que têm de mudar para que nos mantenhamos fieis ao que acreditamos, ou queremos.


 [Fiquei para sempre fã do sotaque escocês, e gostei da série, sim senhor, acabei agora o último episódio da quarta temporada. Acho que já há outra, mas ainda não está disponível... não fui muito a favor de oferecerem a assinatura da Netflix à minha filha... mas... :))) ]

domingo, 31 de março de 2019


Um domingo lavadinho para todos!!
... e não se esqueçam de poupar água, tomem banho aos pares ;))))

sexta-feira, 21 de setembro de 2018



Balanço da tarde ;)))




De chávena na mão - que diz "Some fox loves you", prefiro Wolves, mas estas descoincidências são a história da minha vida... - empoleirada, depois do pequeno-almoço a servir de almoço, a beber o café que ontem demorei vinte minutos a ir buscar e duas horas para trazer. O sítio é paradisíaco mas chegar cá é uma espécie de inferno, e o gps e eu discutimos muito, ele pensa que eu ando de burro e não de carro (ainda por cima sou eu que pago os arranjos e coiso não posso dar cabo dele nem ficar atascada, ou enrascada mesmo, no meio do mato...), então discutimos muito. Mas eu sou gaja, ou seja tenho zero de sentido de orientação... o que complicou as coisas. Mas chegámos, de discussão em discussão, duas horas depois de fazer um caminho que, em sendo o certo, demoraria vinte minutos. Há muitas coisas assim na vida. Se calhar encontrar o paraíso na Terra, ao virar duma esquina improvável, por exemplo. 

(mas passada passada fiquei quando o carro no meio de sei lá de onde, só com árvores à volta, e sem vivalma que se avistasse, acendeu a luz do motor... Valhamedeus, quase reaprendi a rezar... e acho que rezei, mas sem protocolos...)

domingo, 2 de julho de 2017


... depois, às vezes, uma pessoa até fica tentada a acreditar que realmente deus existe... ... valhamedeus... e se existir que se manifeste (também) assim. Amén.