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terça-feira, 6 de agosto de 2019

... das decisões difíceis...
Aiiii que a vida é tão difícil 
quando se tem de tomar decisões... 

Bom dia!

sexta-feira, 21 de setembro de 2018



Balanço da tarde ;)))




De chávena na mão - que diz "Some fox loves you", prefiro Wolves, mas estas descoincidências são a história da minha vida... - empoleirada, depois do pequeno-almoço a servir de almoço, a beber o café que ontem demorei vinte minutos a ir buscar e duas horas para trazer. O sítio é paradisíaco mas chegar cá é uma espécie de inferno, e o gps e eu discutimos muito, ele pensa que eu ando de burro e não de carro (ainda por cima sou eu que pago os arranjos e coiso não posso dar cabo dele nem ficar atascada, ou enrascada mesmo, no meio do mato...), então discutimos muito. Mas eu sou gaja, ou seja tenho zero de sentido de orientação... o que complicou as coisas. Mas chegámos, de discussão em discussão, duas horas depois de fazer um caminho que, em sendo o certo, demoraria vinte minutos. Há muitas coisas assim na vida. Se calhar encontrar o paraíso na Terra, ao virar duma esquina improvável, por exemplo. 

(mas passada passada fiquei quando o carro no meio de sei lá de onde, só com árvores à volta, e sem vivalma que se avistasse, acendeu a luz do motor... Valhamedeus, quase reaprendi a rezar... e acho que rezei, mas sem protocolos...)

sábado, 21 de outubro de 2017


E um dia o sossego vem. Não vem para ficar, só para dar umas tréguas à loucura dos últimos tempos. No ar paira o perfume a alfazema, à minha volta só campos de alfazema, oiço insectos a voar por aí e um badalar contínuo vindo do monte, e ainda, nesse longe, consigo adivinhar um cão dum lado para o outro, preto, ou escuro, pelo menos... de resto não se ouve mais nada. Olho este céu azul e penso que há dias, durante muito tempo, o dia não chegou a acordar no céu e as cores eram todas feitas de cinza. Agora as nuvens são brancas e compõem o azul claro do céu. Dizemos que tudo volta ao normal, que o tempo trata de tudo, mas na verdade só nos dá oportunidade de começar de novo noutro tempo, que nunca é igual - traz dentro todo o tempo que foi e já não é.